| Johann Moritz Rugendas (Augsburg,
Alemanha 1802 - Weilheim, Alemanha 1858) vem para
o Brasil em 1821, integrando a Expedição
Langsdorff como desenhista documentarista. Em 1824,
viaja para Minas Gerais e registra paisagens, cenas
de costumes e o trabalho escravo. Na volta, abandona
a expedição, sendo substituído
pelo desenhista Adrien-Aimé Taunay. Passa
por Mato Grosso, Bahia e Espírito Santo,
retorna ao Rio de Janeiro e segue para a Europa,
onde publica, em 1834, o livro Voyage Pittoresque
dans le Brésil. De 1831 a 1833 vive no México,
envolvendo-se politicamente. Muda-se para o Chile,
onde permanece por doze anos, período em
que viaja para Argentina, Peru e Bolívia.
Registra cenas da vida campesina e indígena.
Em 1845, retorna ao Rio de Janeiro e realiza retratos
de D. Pedro II, da Imperatriz Tereza Cristina e
do Príncipe D. Afonso. No ano seguinte, parte
definitivamente para a Europa. Por motivos financeiros
cede sua coleção de desenhos e aquarelas
ao Rei Ludwig I, da Baviera, em troca de uma pensão
anual. |